Keynote
Abertura ou encerramento de convenções, kickoffs e eventos corporativos.
45 min a 1h30
Palestras sobre inteligência artificial, GEO e transformação AI Native
A inteligência artificial não está mudando apenas as ferramentas que sua empresa usa. Está mudando como as pessoas procuram, decidem e confiam. Palestras para lideranças que precisam entender esse movimento enquanto ele ainda está em curso, não quando ele já virou consenso de mercado.
O que levo ao palco vem de projeto entregue, não de leitura de relatório.
Diagnóstico
Não por falta de investimento.
Por falta de arquitetura.
Adotam ferramentas sem estratégia, e cada nova licença vira mais ruído. Automatizam tarefas sem redesenhar processos, o que apenas acelera a ineficiência que já existia. Contratam plataformas sem governança, e o projeto vira passivo jurídico. Investem em tecnologia sem preparar equipes, porque a barreira nunca foi o modelo, foi a cultura.
O resultado se repete com uma constância desconfortável: projetos isolados, adoção baixa, retorno difuso.
Enquanto isso, uma segunda mudança acontece por fora da empresa. A camada de descoberta da internet está sendo reescrita. As pessoas pararam de pesquisar e começaram a perguntar. A resposta deixou de ser uma lista de links e passou a ser uma síntese produzida por um modelo, que decide quem citar e quem ignorar.
Quando a decisão de compra começa dentro de uma resposta gerada, a marca ausente daquela resposta não perde a disputa. Ela não entra na disputa.
São dois movimentos simultâneos, um dentro e outro fora da organização. Poucas lideranças estão olhando para os dois ao mesmo tempo.
Temas
A próxima camada da web não será navegada, será interpretada por modelos. O que muda na aquisição, na marca e na receita quando a descoberta deixa de passar pelo clique.
A disputa por atenção migrou dos buscadores para os sistemas generativos. Como marcas se tornam referência dentro das respostas, e não apenas resultados em uma página.
A diferença entre usar IA e operar com IA. Por que projetos isolados não escalam e o que precisa mudar na arquitetura da organização antes da próxima ferramenta entrar.
A IA está moldando percepção, memória e critério de decisão em silêncio. Uma leitura estratégica sobre dependência cognitiva, dentro e fora da empresa.
Quando o software deixa de responder e passa a agir, a vantagem competitiva muda de lugar. O que antecipar antes que vire obrigação.
Todo tema é adaptado ao contexto do seu setor, do seu público e do momento da sua empresa.
O que a sala leva
Onde a IA está alterando margem, aquisição e confiança no seu setor, separado do que é apenas ruído de mercado.
A conversa expõe o ponto cego. Normalmente ele não está na tecnologia, está na forma como a empresa entendeu a tecnologia.
Como distinguir movimento estrutural de modismo antes de comprometer orçamento, time e reputação com a aposta errada.
O objetivo não é entusiasmo. É desconforto produtivo, do tipo que sobrevive à segunda-feira.
Formatos
Abertura ou encerramento de convenções, kickoffs e eventos corporativos.
45 min a 1h30
Sessão fechada com o time de decisão sobre IA, GEO e arquitetura de transformação.
2h a meio período
Participação em debates sobre o futuro da tecnologia e dos negócios.
Sob demanda
Conselhos, diretorias, convenções de liderança, times de marketing e comunicação, universidades corporativas e eventos setoriais que já passaram da fase de perguntar se a IA é relevante.
Não é treinamento de ferramenta, não é demonstração de gadget no palco e não é conteúdo motivacional sobre o futuro. Se o evento precisa de espetáculo, existem ótimos profissionais para isso. Aqui a proposta é outra: uma leitura estratégica que a sala leva embora.
Quem sobe no palco
Fundei o Grupo WYS em 2011 e lidero a operação desde então, no cruzamento entre business intelligence, growth strategy e inteligência artificial aplicada. Nos últimos anos, passei a atuar também como advisor de IA para outras empresas, ajudando times executivos a estruturar arquitetura, governança e sistemas agênticos.
Criei o BrainPilot, uma metodologia proprietária de diagnóstico, arquitetura e implementação de IA empresarial. Ela existe porque a pergunta que chega até mim raramente é qual ferramenta usar. É como transformar a IA de acessório isolado em capacidade central da organização.
Em paralelo, escrevo sobre inteligência artificial, GEO, SEO, arquitetura digital e comportamento desde 2011. São 238 artigos publicados que viram matéria-prima das palestras.
O que levo para o palco não é uma lista de ferramentas. É o que estou testando, errando e ajustando com marcas reais enquanto o mercado ainda decide se acredita.
Conhecer a trajetória completaTerritórios de domínio
Não acredito em um futuro onde máquinas substituem pessoas. Acredito em um futuro onde organizações inteligentes ampliam o potencial humano.
Os melhores resultados continuam nascendo da criatividade, da experiência e da capacidade humana de decidir. A inteligência artificial existe para acelerar esse processo, não para assumir o volante.
O futuro não será construído por empresas que utilizam IA. Será construído por empresas que operam com IA.
Onde isso acontece
Convenção, comitê executivo, time reunido numa sala. O formato muda — a conversa que interessa é a mesma.
No palco
Como funciona
Data, público, formato e o que precisa acontecer com a sala. Três minutos de formulário.
Não um catálogo. Uma recomendação de recorte para o seu público, com formato e disponibilidade. Resposta em até 24 horas úteis.
Alinhamento com o time organizador para calibrar linguagem, exemplos e profundidade ao setor.
Perguntas frequentes
Depende do que o evento precisa entregar. Para demonstração de ferramentas e entretenimento tecnológico, o mercado tem opções fortes. Para uma leitura estratégica sobre como a IA está mudando descoberta, decisão e arquitetura de empresa, essa é a conversa que eu levo ao palco.
15 anos à frente do Grupo WYS, projetos com marcas como Disney, Senai e Grupo Petrópolis, atuação como advisor de IA para times executivos e a criação do BrainPilot, metodologia proprietária de transformação AI Native. O conteúdo da palestra vem dessa operação.
Sim. O recorte é de decisão, não de operação. A discussão trata de risco, posicionamento e prioridade, na linguagem de quem responde por resultado.
Não como espetáculo. Ferramentas mudam a cada trimestre. O que a sala leva é o critério para entender o que está mudando por baixo delas, que é o que continua valendo depois do evento.
Sim. Cada palestra é ajustada ao contexto do público, com exemplos do setor e do momento da empresa.
GEO é a disciplina de tornar uma marca visível e citável dentro das respostas geradas por sistemas de inteligência artificial. Entra na palestra porque é onde a disputa por atenção está migrando, e a maioria das empresas ainda mede presença digital com a régua anterior.
É uma empresa que não usa IA como ferramenta acessória, mas opera com IA integrada à arquitetura de processos, decisão e conhecimento. A diferença aparece na adoção, na governança e no retorno.
Pode. A palestra é uma conversa de leitura estratégica. Quando a empresa decide agir, existe o BrainPilot, conduzido pelo Grupo WYS. São etapas distintas e a segunda nunca é condição da primeira.
Keynote de 45 minutos a 1h30. Imersões fechadas de 2 horas a meio período.
Pelo formulário de contato, com data, público e objetivo do evento. O retorno vem em até 24 horas úteis com tema, formato e disponibilidade.
Próximo passo
Conte o contexto, o público e a data. Retorno com tema, formato e disponibilidade em até 24 horas úteis.
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